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Empregados da Caixa rejeitam proposta da empresa e greve continua

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Empregados da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve nacional iniciada no dia 10 de setembro. A proposta da empresa foi rejeitada em assembleia virtual realizada nesta segunda-feira (21) à tarde. O comando da greve deverá anunciar os próximos passos do movimento em breve.

A greve teve início após os empregados rejeitarem a proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e decidirem pela greve nacional. Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), mais de 90% das bases sindicais rejeitaram a proposta apresentada pela instituição.

Entre os principais pontos de divergência, e uma das principais pautas de reivindicação, está o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos empregados. Trabalhadores também reivindicam avanços em outros itens do acordo específico, negociados desde junho.

A proposta da empresa, rejeitada hoje, ampliaria de 6,5% para 9% da folha de pagamento o teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa, a partir de 2027.

Fonte: Nativa News

Dr Juliano Cezar & Dra Michelle Azevedo — Papo Amazônia #3

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Dr Juliano Cezar & Dra Michelle Azevedo, advogados e podcasters, discutem a legislação ambiental e a mineração na região. Eles também falam sobre a situação do garimpo ilegal e desmatamento, além de abordar a advocacia, acesso aos tribunais e a pescaria, que é um tema recorrente na conversa.

O que foi conversado

  • 7:52 — Legislação ambiental
  • 19:55 — Garimpo ilegal e desmatamento
  • 25:57 — Advocacia e acesso aos tribunais
  • 31:58 — Pescaria
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Assista ao episódio completo e leia a transcrição no Papo Amazônia

Conteúdo: Papo Amazônia, podcast de Alta Floresta (MT), publicado aqui em parceria.

Vereador Tuti — Papo Amazônia #2

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Vereador Tuti, de Alta Floresta, Mato Grosso, fala sobre a história de vida e a região. Ele menciona os desafios legislativos ambientais e econômicos, como o desmatamento na Amazônia e a segurança na região.

O que foi conversado

  • 1:16 — história de Alta Floresta
  • 7:17 — desafios legislativos
  • 19:20 — desmatamento na Amazônia
  • 31:23 — estradas e caminhões
  • 1:01:30 — plano diretor
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Conteúdo: Papo Amazônia, podcast de Alta Floresta (MT), publicado aqui em parceria.

CIPEM celebra investimento de R$ 1,36 milhão do governo de MT em ciência florestal

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O Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM) celebra a aprovação da segunda etapa do Projeto Espécies Arbóreas Nativas Madeireiras de Mato Grosso, deliberada na Reunião Extraordinária do Conselho do Fundo Desenvolve Florestas da SEDEC, nesta terça-feira (15/09).

Com a nova aprovação, o projeto, que já é o maior investimento em botânica florestal aplicada do Estado, alcança R$ 1,36 milhão em investimentos. São R$508.069,76 desta nova etapa, somados aos R$ 860.224,50 da primeira fase.

Idealizado pelo CIPEM e executado em parceria científica com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), o projeto nasceu em 2023 com um objetivo claro: trocar suposição por ciência na identificação da madeira de manejo de Mato Grosso.

E os resultados da primeira etapa já comprovam o acerto da estratégia: a meta era identificar 32 espécies. Foram identificadas 50. Um desempenho 56% acima do previsto, com coleta de campo, atualização de herbários e revisão botânica rigorosa.

Agora, a segunda etapa vai além. Com novas campanhas de campo em áreas de manejo licenciadas, o projeto vai ampliar o Guia Inédito de Identificação das Espécies Arbóreas Madeireiras de Mato Grosso para cerca de 90 espécies de interesse comercial. Será o primeiro guia do país com esse nível de detalhamento, com fotos, características anatômicas e chaves de identificação botânica.

Na prática, o que isso significa?

Significa segurança jurídica. Significa que o produtor, o fiscal, o comprador internacional e o Ministério Público falarão a mesma língua botânica. Significa rastreabilidade na veia e conformidade total com as exigências mais duras do mercado internacional, como a EUDR europeia.

Significa acervo técnico cientifico. O Brasil conhece mais a flora da Amazônia pela literatura estrangeira do que pelos nossos próprios herbários. Nossos herbários estão desatualizados, nossas coleções estão incompletas e a incidência real das espécies no território mato-grossense é, até hoje, estimada – não mapeada. Este projeto muda o eixo da ciência.

Isso é criar, pela primeira vez, o acervo técnico-científico da madeira comercial de Mato Grosso feito em Mato Grosso, para o mundo. É deixar de ser apenas fornecedor de madeira para ser detentor do conhecimento sobre a floresta.

“O setor de base florestal de Mato Grosso decidiu investir onde mais importa: em ciência. Não estamos apenas manejando floresta, estamos produzindo conhecimento sobre ela. Cada espécie corretamente identificada é mais um passaporte para a madeira de MT entrar nos mercados mais exigentes do mundo. Isso é transformar Reserva Legal Intacta em ativo de conhecimento e de valor”, destaca o presidente do Cipem Gleisson Omar Tagliari.

Para o CIPEM, a aprovação demonstra a visão estratégica do Governo de Mato Grosso e da SEDEC ao entender que o futuro da economia florestal não está na extração, mas no conhecimento profundo da floresta.

O CIPEM agradece ao Governo de Mato Grosso, à SEDEC e ao Conselho do Fundo Desenvolve Florestas pela confiança e parceria na construção de uma cadeia produtiva cada vez mais baseada em três pilares inegociáveis: conhecimento, legalidade e sustentabilidade.

Fonte: Nativa News

Eleições 2026: Como consultar meu título de eleitor?

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Quem vai votar nas eleições de 2026 pode consultar o número do título de eleitor, verificar a situação da inscrição eleitoral e descobrir o local de votação pela internet – não é preciso ir a um cartório eleitoral.

A consulta é feita pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral: o Autoatendimento Eleitoral (Título Net), disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o aplicativo e-Título.

Como consultar o título de eleitor pelo site

A consulta pode ser feita pelo Autoatendimento Eleitoral, serviço oficial da Justiça Eleitoral. Na página, basta acessar a área de consultas e escolher a opção para consultar o número do título ou verificar onde votar.

Em seguida, informe os dados solicitados, como nome completo, data de nascimento e CPF. Dependendo do caso, o sistema também pode pedir o nome da mãe e do pai, conforme o cadastro eleitoral.

Após o preenchimento, o sistema exibe na tela:

  • número do título de eleitor;
  • situação da inscrição eleitoral (regular, suspensa ou cancelada);
  • zona e seção eleitoral;
  • endereço do local de votação.

O serviço é gratuito e pode ser acessado a qualquer momento.

Como consultar pelo aplicativo e-Título

Outra opção é usar o aplicativo e-Título, disponível gratuitamente para celulares Android e iPhone. Depois de instalar o aplicativo, o eleitor deve fazer login com os dados vinculados à conta gov.br.

Após o acesso, o app mostra todas as informações do título de eleitor, incluindo:

  • número da inscrição eleitoral;
  • dados pessoais;
  • zona e seção eleitoral;
  • situação do título;
  • certidões eleitorais disponíveis.

Quando o cadastro possui foto e a situação eleitoral está regular, o e-Título também pode ser usado como documento de identificação no momento da votação.

É possível descobrir o número do título?

Quem não lembra o número do título pode recuperá-lo pelo Autoatendimento Eleitoral – como na imagem acima. Basta informar os dados pessoais solicitados pelo sistema. Em poucos segundos, a plataforma informa o número da inscrição eleitoral e o local onde o eleitor está cadastrado para votar.

Ainda existe título de eleitor em papel?

A Justiça Eleitoral não entrega mais, de forma geral, o título físico em papel aos eleitores. Quem precisar de uma versão impressa pode utilizar a opção de impressão disponível nos serviços eletrônicos da Justiça Eleitoral, quando aplicável.

Já a versão digital fica disponível no aplicativo e-Título e reúne as principais informações eleitorais do cidadão.

Fonte: Nativa News

Produtividade do agro muda mapa econômico do Brasil e coloca Mato Grosso no centro da transformação

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O mapa da produtividade brasileira vem mudando. O avanço da eficiência econômica, historicamente associado aos grandes centros industriais do Sudeste, ganhou força no interior do país, impulsionado principalmente pela agropecuária e pelas atividades que se desenvolveram ao redor da produção rural.

Mato Grosso está no centro dessa transformação.

Estudo sobre a produtividade do trabalho nos mais de 5,5 mil municípios brasileiros mostra que, entre 2002 e 2019, a produtividade nacional avançou 18,7%. Na agropecuária, o crescimento chegou a 80,1%, enquanto os serviços registraram alta de 10,3% e a indústria, de 5,4%.

O movimento ajuda a explicar a transformação econômica observada nas últimas décadas no Centro-Oeste e, mais recentemente, nas novas fronteiras agrícolas do Matopiba, formado por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Em Mato Grosso, o avanço da produção agrícola ultrapassou os limites das propriedades rurais. A riqueza gerada pelas lavouras e pela pecuária movimenta transportadoras, armazéns, revendas, concessionárias, construção civil, comércio, serviços financeiros, tecnologia e indústria.

É uma cadeia que começa antes do plantio e continua depois da colheita.

Mato Grosso lidera produção agropecuária

O tamanho dessa economia pode ser observado pelo Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP). Em julho, o Ministério da Agricultura estimou o VBP brasileiro em R$ 1,39 trilhão.

Mato Grosso aparece na liderança nacional, com R$ 216 bilhões, o equivalente a 15,5% de toda a produção agropecuária brasileira medida pelo indicador.

Ao mesmo tempo, a indústria tradicional perdeu participação na economia. Desde 1995, a indústria de transformação passou de 15,7% para 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Outro levantamento, realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com o Cepea/Esalq-USP, aponta que a produtividade por hora trabalhada na agropecuária cresceu 515% entre 1995 e 2025, enquanto a média da economia brasileira avançou 28%.

O resultado está relacionado a décadas de mecanização, melhoramento genético, pesquisa, correção dos solos, agricultura de precisão, desenvolvimento de sementes adaptadas ao clima tropical e incorporação de novas tecnologias.

A economia que nasce além da porteira

O aumento da produtividade não se limita à produção rural. Uma lavoura mais tecnificada demanda máquinas, fertilizantes, sementes, softwares, crédito e assistência técnica.

Depois da colheita, a produção movimenta caminhões, armazéns, silos, ferrovias, portos e unidades industriais.

A soja pode ser transformada em óleo, farelo e ração. O milho abastece fábricas de alimentos, confinamentos e usinas de etanol. A pecuária movimenta frigoríficos, curtumes e outras atividades industriais.

Essa cadeia contribui para que municípios essencialmente agrícolas desenvolvam economias urbanas cada vez mais diversificadas.

Sapezal é exemplo em Mato Grosso

Sapezal, uma das principais regiões produtoras de grãos do país, é um exemplo dessa transformação.

A economia do município se desenvolveu ao redor da produção agrícola e passou a reunir atividades que vão além da produção primária.

Dados do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) mostram que a probabilidade média de uma criança brasileira chegar à vida adulta entre os 10% de maior renda é de 1,8%. No Centro-Oeste, o índice chega a 2,86%. Em Sapezal, alcança 3,9%.

Segundo o diretor de Pesquisas do IMDS, Fernando Veloso, parte desse resultado está relacionada à arrecadação dos municípios mais dinâmicos e à capacidade de transformar recursos públicos em serviços de educação e saúde.

Outro efeito ocorre dentro das próprias famílias. A renda gerada pela atividade rural também pode financiar novos negócios nas cidades, como escritórios, clínicas, lojas e empresas de serviços.

Tecnologia aumenta produtividade e reduz disponibilidade de mão de obra

O avanço tecnológico também trouxe um desafio para o setor: encontrar trabalhadores qualificados.

Pesquisa nacional da CNA aponta que 94,8% dos produtores rurais relatam algum grau de dificuldade para contratar mão de obra. Outros 84,3% afirmam trabalhar com equipes menores do que o necessário.

De acordo com o levantamento, 48,7% relatam atrasos nas operações, 48% adiaram ou desistiram de projetos de expansão e 42,6% anteciparam investimentos em mecanização e automação diante da falta de trabalhadores.

Em Mato Grosso, pesquisa do Imea em parceria com o Senar-MT mostra que 62,62% dos produtores enfrentam alta dificuldade para contratar funcionários. Para 69,16%, a falta de qualificação técnica é o principal problema relacionado à mão de obra.

O avanço tecnológico, portanto, também mudou o perfil das vagas no campo. A demanda cresce por operadores de máquinas, técnicos e profissionais capazes de trabalhar com equipamentos, sistemas digitais e ferramentas de agricultura de precisão.

Agro também impulsiona a indústria

A expansão da produção rural também se conecta à indústria brasileira.

Quase 70% da produção agrícola nacional é destinada à indústria de alimentos. No primeiro semestre deste ano, as exportações do setor chegaram a US$ 33 bilhões, crescimento de 8,5% em receita e 6,3% em volume na comparação com o mesmo período de 2025.

O segmento respondeu por aproximadamente 18% das exportações brasileiras no período, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia).

O desafio passa, portanto, não apenas pela capacidade de produzir, mas também pela ampliação da transformação das matérias-primas dentro do país.

Para Mato Grosso, esse é um dos caminhos apontados para ampliar os efeitos econômicos da produção agropecuária. O Estado lidera o VBP nacional e possui forte produção de soja, milho, algodão e proteína animal, mas ainda tem espaço para aumentar o processamento dessas matérias-primas dentro do próprio território.

Quanto maior a industrialização local, maior tende a ser a circulação regional de empregos, salários, impostos e renda.

O novo mapa econômico brasileiro mostra que o ganho de produtividade avançou para o interior. Em Mato Grosso, a expansão do agro vem acompanhada pelo crescimento de uma cadeia de atividades que conecta o campo às cidades e amplia a participação da produção rural na economia regional.

Fonte: Nativa News

Hospital Estadual do Alto Tapajós conclui transferência de pacientes do antigo hospital

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O Hospital Estadual do Alto Tapajós, em Alta Floresta, concluiu com sucesso a transferência de 66 pacientes que estavam internados no antigo Hospital Regional Albert Sabin. O processo, iniciado no domingo (13.9), foi concluído nesta sexta-feira (18.9) e realizado de forma gradativa, com total segurança, organização e sem intercorrências.

Foram transferidos os pacientes da UTI, Clínica Médica e demais enfermarias da antiga unidade para o novo hospital. A mudança integra o processo de transição dos serviços de saúde da região para o Hospital Estadual do Alto Tapajós, inaugurado em março deste ano.

À medida que foram transferidos os pacientes da antiga unidade, também foram admitidos 51 pacientes já regulados diretamente para o novo hospital.

“Concluir essa transferência demonstra o planejamento e o cuidado das equipes envolvidas nesse processo. Mais do que mudar os pacientes de uma unidade para outra, estamos consolidando uma nova estrutura de saúde para a região do Alto Tapajós, com mais tecnologia e melhores condições de atendimento. É um momento importante para a população e para todos os profissionais que fazem parte dessa história”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Com 162 leitos, a nova unidade do Governo do Estado conta com 20 leitos de UTI para adultos, 10 leitos de UTI pediátrica, 111 leitos de internação, 24 leitos de observação, além de seis salas cirúrgicas e 10 consultórios médicos para atendimentos ambulatoriais.

A conclusão da transferência marca uma nova etapa na assistência à saúde da população da região do Alto Tapajós, com a estruturação dos serviços no novo hospital estadual.

Fonte: Nativa News

Alta Floresta Indica reúne empresas, serviços e experiências em plataforma digital

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Com mais de 32 mil seguidores nas redes sociais, o Alta Floresta Indica vem ampliando a presença digital de empresas, serviços e experiências de Alta Floresta e municípios da região.

Por meio de vídeos produzidos diretamente nos estabelecimentos, o perfil apresenta restaurantes, lojas, clínicas, instituições de ensino, empresas de tecnologia, hotéis, pousadas e outros negócios que fazem parte da economia local.

A proposta é mostrar os espaços e serviços de forma dinâmica, com imagens dos ambientes, apresentação dos produtos e informações sobre cada empreendimento. A comunicação utiliza uma linguagem direta e regional, aproximando os conteúdos do público que acompanha o perfil.

À frente do projeto estão Gabriel Mochi de Souza e André Bacelar. Gabriel atua na estratégia, produção e criação dos conteúdos, enquanto André participa das apresentações diante das câmeras.

Além de empresas já consolidadas, o Alta Floresta Indica também divulga novos empreendimentos, inaugurações, promoções, eventos e experiências que ainda são pouco conhecidas pelo público.

O projeto trabalha com produção de vídeos, publicações em colaboração e divulgação nos stories, criando diferentes formatos para aproximar os negócios dos consumidores.

A iniciativa também acompanha o crescimento da valorização do comércio e dos serviços locais, ao apresentar opções de gastronomia, hospedagem, turismo, comércio e prestação de serviços disponíveis em Alta Floresta e na região.

Com novos projetos e parcerias em desenvolvimento, o Alta Floresta Indica pretende ampliar a cobertura regional, com atenção especial aos segmentos de gastronomia, pousadas e turismo.

O projeto resume sua proposta em uma frase que já faz parte da identidade do perfil: “Se o Alta Floresta Indica, você confia!”

Fonte: Nativa News

Negociação de dívidas cresce 33% em MT entre maio e agosto, aponta Serasa

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O número de acordos para renegociação de dívidas cresceu 33% em Mato Grosso entre maio e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. De acordo com dados da Serasa, foram registrados 303.493 acordos no estado entre 5 de maio e 31 de agosto deste ano, contra 227.741 entre 6 de maio e 1º de setembro de 2025.

O aumento das negociações ocorre em um momento de desaceleração do crescimento da inadimplência no Brasil. Segundo o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa, o número de consumidores negativados avançou 0,06% em agosto, menor incremento mensal registrado em 2026. No mês, 83,98 milhões de brasileiros tinham algum tipo de dívida em atraso, frente a 83,93 milhões no mês anterior.

A desaceleração ocorre em paralelo ao avanço das renegociações. Entre maio e agosto de 2026, foram registrados 19,7 milhões de acordos no país, alta de 36% na comparação com o mesmo período de 2025. Já o número de consumidores que buscaram regularizar suas pendências passou de 7,1 milhões para 9,4 milhões. Segundo a Serasa, o movimento pode estar relacionado aos mutirões de negociação e à ampliação das condições facilitadas de pagamento oferecidas ao longo do ano.

Ação emergencial

No dia 9 de setembro, uma ação de renegociação realizada pela Serasa registrou 218.260 acordos em todo o país em um único dia. Em Mato Grosso, foram 3.772 acordos na mesma data, resultado que coloca o estado entre os que registraram maior volume de negociações durante a iniciativa.

Segundo Aline Vieira, especialista da Serasa em educação financeira, o aumento das renegociações ocorre em paralelo à desaceleração do crescimento da inadimplência no país. “Quando o consumidor encontra condições melhores para negociar, ele volta a organizar as contas antes que a dívida se acumule ainda mais”, afirma.

Este movimento também reforça a importância da educação financeira para a manutenção do equilíbrio das contas após a renegociação. Para a especialista, negociar a dívida contribui para resolver uma pendência imediata, mas o planejamento financeiro é necessário para evitar que o consumidor volte ao ciclo do endividamento.

Educação financeira ajuda a evitar novo ciclo de endividamento

A renegociação contribui para regularizar uma pendência financeira, mas o planejamento é importante para evitar que o consumidor volte a enfrentar dificuldades. Nesse contexto, a educação financeira ajuda a compreender melhor o orçamento, o uso do crédito e a organização das contas.

“Renegociar a dívida resolve o problema imediato, mas é a educação financeira que evita que ele volte a se repetir. Por isso, sempre buscamos ajudar os brasileiros com conteúdos sobre educação financeira, cenário de crédito e demais informações que ajudem o consumidor a entender melhor o seu dinheiro, evitando que o ciclo do endividamento se repita”, complementa Aline.

 

Fonte: Nativa News

Alta Floresta perde para o Sport e precisa vencer na última rodada da Taça Brasil

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O Esporte Clube Alta Floresta (ECAF) sofreu sua segunda derrota na 53ª Taça Brasil de Futsal – 1ª Divisão. Nesta quinta-feira (17), a equipe mato-grossense perdeu por 5 a 1 para o Sport Recife, pelo Grupo A da competição nacional.

Com três pontos em três jogos, o ECAF precisa vencer o São José-AP, nesta sexta-feira, para chegar aos seis pontos e manter as possibilidades matemáticas de classificação.

O Sport chegou aos sete pontos e garantiu uma das vagas do grupo. A segunda classificação é disputada por São José-AP e Santanense-ES, que se enfrentam ainda nesta quinta-feira.

Além da busca pela classificação, a campanha do ECAF tem importância para o futsal de Mato Grosso, já que a equipe representa o estado na disputa pela permanência na 1ª Divisão da Taça Brasil.

Na última rodada, o time de Alta Floresta entra em quadra precisando da vitória e de uma combinação de resultados para avançar na competição.

Fonte: Nativa News